Romantismo na poesia do Brasil (1ª metade do séc. XIX)

Na primeira metade do séc. XIX, o "espírito romântico" continuou, após o "espírito revolucionário romântico" inconfidente. Em 1836 Gonçalves de Magalhães publicou o livro de poemas "Suspiros poéticos e saudades".

Essa publicação e a da revista "Niterói", para a qual escreviam poetas e letrados, marcaram o início do Romantismo no Brasil.

Numa estética inovadora o Romantismo criou uma nova linguagem, capaz de refletir os ideais nacionalistas, uma de suas características essenciais.

Primeira geração romântica

A poesia indianista, extremamente nacionalista. Destacam-se Gonçalves de Magalhães e Gonçalves Dias, o nosso melhor poeta indianista.

Segunda geração romântica

A poesia da angústia, melancolia, do lamento e amores impossíveis. Destacam-se Fagundes Varela, Álvares de Azevedo, e Junqueira Freire.

Terceira geração romântica

Influenciados por Victor Hugo, os poetas dessa geração valorizavam a poesia engajada em lutas sociais. Também chamada "geração condoreira", que tinha como símbolo o condor, que voa alto – pretendia uma poesia de efeito que tocasse o coração das massas. Destaca-se Castro Alves, cuja causa era a abolição da escravatura.

Barroco na poesia do Brasil (1601 - 1768)
Nas artes em geral, em todo o mundo, no Barroco houve um culto exagerado da forma. Na poesia brasileira isso se viu numa sintaxe rebuscada e no abuso de figuras de linguagem, o que foi questionado pelos poetas do Arcadismo.
Romantismo na poesia do Brasil (1ª metade do séc. XIX)
Na primeira metade do séc. XIX, o "espírito romântico" continuou, após o "espírito revolucionário romântico" inconfidente. Em 1836 Gonçalves de Magalhães publicou o livro de poemas "Suspiros poéticos e saudades".
Modernismo na poesia do Brasil (1922 - 1945)
A Semana de Arte Moderna marcou a data (1922), sem dúvida, do rompimento definitivo com a arte tradicional. Cansados da mesmice na arte brasileira e empolgados com inovações que conheceram em suas viagens à Europa, os artistas quebraram as regras preestabelecidas na cultura.
Pós-Modernismo na poesia do Brasil
A conquista do sublime literário pela poética modernista correspondeu à sua progressiva pedagogização, oficialização, daí porque se usa a palavra cânone e a expressão modernismo canônico.
Quinhentismo na poesia do Brasil (1500 - 1600)
Nos primeiros cem anos do chamado "Descobrimento" a nossa literatura esteve atrelada aos registros históricos e relatórios dirigidos à Coroa Portuguesa: era uma literatura de informação.
Arcadismo na poesia do Brasil (1769 - 1789)
Também chamado de Escola Mineira, o Arcadismo se praticava no Brasil – ainda que sem um academicismo nos moldes da Arcádia Lusitana - por um grupo de intelectuais que incluía os inconfidentes (Movimento político para libertação de Portugal, chamado Conjuração ou Inconfidência Mineira).