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Poesia Angolana, Brasileira e Portuguesa

Volúpios devaneios

Classificação: / 0
14-Jun-2009
Corpos delirantes
Arrepiam-se de desejos
Sonhando com o encontro
Festejam confiantes

Carícias navegam ao prazer
Ancorando no deleite
Respiram cumplicidade
Fantasiando ao fazer...
Escrito por Eloisa Pereira
 

Volúpios devaneios

Classificação: / 0
14-Jun-2009
Corpos delirantes
Arrepiam-se de desejos
Sonhando com o encontro
Festejam confiantes

Carícias navegam ao prazer
Ancorando no deleite
Respiram cumplicidade
Fantasiando ao fazer...
Escrito por Eloisa Pereira
 

Volúpios devaneios

Classificação: / 0
14-Jun-2009
Corpos delirantes
Arrepiam-se de desejos
Sonhando com o encontro
Festejam confiantes

Carícias navegam ao prazer
Ancorando no deleite
Respiram cumplicidade
Fantasiando ao fazer...
Escrito por Eloisa Pereira
 

Brazuca

Classificação: / 0
10-Jun-2009
Brazuca

Aqui no trópico,
trôpego, viajo nas naus,
caravelas e palavras,
no teu balanço de mar.

D’traz dos Montes vim,
na alma de meu pai
e meus avós; por isso, essa maresia
em minhas lembranças.
Resgata-me com tuas palavras
essa saudade do que não vivi;
mas herdei, sinto...

Aqui no trópico,
náufrago, sonho com
barcos, correntes,
ninfas e sereias,
e extenuado, morro na areia.
Como disse o poeta:
_Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
(Homenagem à “poeta galega”.)
luizpacheco

Escrito por luiz pacheco
 

Brazuca

Classificação: / 0
10-Jun-2009
Brazuca

Aqui no trópico,
trôpego, viajo nas naus,
caravelas e palavras,
no teu balanço de mar.

D’traz dos Montes vim,
na alma de meu pai
e meus avós; por isso, essa maresia
em minhas lembranças.
Resgata-me com tuas palavras
essa saudade do que não vivi;
mas herdei, sinto...

Aqui no trópico,
náufrago, sonho com
barcos, correntes,
ninfas e sereias,
e extenuado, morro na areia.
Como disse o poeta:
_Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.
(Homenagem à “poeta galega”.)
luizpacheco

Escrito por luiz pacheco
 

Como Eu

Classificação: / 1
03-Jun-2009
Peço ao eu :consciencia
guia na
ausencia
de mim
que preserve a razao.
Uma Musa soletra o meu nome
o anticristo delinea a minha culpa
um anjo a minha inocencia


lúgubre existencia
na divina forma humana
a minha
de viver lento

com andar leve
peco passagem ao passado
estranha forma de viver o presente
infinitas horas, eternos momentos
sempre
calcificados pensamentos
em mim


escapar
fuga ineficaz
onde os pes recusam
o amanha


sentir na alma
as asas cansadas
de viver o presente
creencias negadas
de pecador consiente


corto a raiz do pecado
dispo a minha pel de inocente
morte ao sol,triste pena
a minha funebre condena
voltar ao teu ventre...

outra vez!
Escrito por ricardo machado
 

Como Eu

Classificação: / 0
03-Jun-2009
Peço ao eu :consciencia
guia na
ausencia
de mim
que preserve a razao.
Uma Musa soletra o meu nome
o anticristo delinea a minha culpa
um anjo a minha inocencia


lúgubre existencia
na divina forma humana
a minha
de viver lento

com andar leve
peco passagem ao passado
estranha forma de viver o presente
infinitas horas, eternos momentos
sempre
calcificados pensamentos
em mim


escapar
fuga ineficaz
onde os pes recusam
o amanha


sentir na alma
as asas cansadas
de viver o presente
creencias negadas
de pecador consiente


corto a raiz do pecado
dispo a minha pel de inocente
morte ao sol,triste pena
a minha funebre condena
voltar ao teu ventre...

outra vez!
Escrito por ricardo machado
 

Como Eu

Classificação: / 0
03-Jun-2009
Peço ao eu :consciencia
guia na
ausencia
de mim
que preserve a razao.
Uma Musa soletra o meu nome
o anticristo delinea a minha culpa
um anjo a minha inocencia


lúgubre existencia
na divina forma humana
a minha
de viver lento

com andar leve
peco passagem ao passado
estranha forma de viver o presente
infinitas horas, eternos momentos
sempre
calcificados pensamentos
em mim


escapar
fuga ineficaz
onde os pes recusam
o amanha


sentir na alma
as asas cansadas
de viver o presente
creencias negadas
de pecador consiente


corto a raiz do pecado
dispo a minha pel de inocente
morte ao sol,triste pena
a minha funebre condena
voltar ao teu ventre...

outra vez!
Escrito por ricardo machado
 

Meus fiapos de vida

Classificação: / 0
19-Abr-2009
MEUS FIAPOS DE VIDA

Descobri um dia que estava sem os meus olhos.

Isso aconteceu porque acordei um dia e não consegui mais ver nada.
Fui tateando atrás dos meus óculos, mas eles não serviam pra nada nessa hora.

Nessa loucura bizarra, solitária, não poderia ter apoio de nada, e de ninguém. Como um soldado da legião estrangeira, só tinha minhas pernas, minhas mãos, minhas lembranças.

Fui atrás, nesse mundo de meu Deus, procurar meus olhos, em tudo o que era canto, em todos os porões, varandas, lixos, tronos, vísceras, bolos, cantigas, mundanas, postes e musgos da minha alma.

Nada, nenhum sinal deles.

Pedi até licença ao Demo para vasculhar nas suas gavetas, bolsos e frestas entre os dedos. Sem resultado.

Fui perguntando de porta em porta, nessa minha cegueira eterna, se alguém tinha visto meus olhos, sem alguém tinha uma pista de onde poderia catá-los de volta.

Fiz isso durante milênios, fui até em outras galáxias nessa busca insana, sem luz, sem guia, sem ponto final.

Quando tudo estava perdido, quando só me restava fechar os buracos em que depositaria meus olhos e morrer de vez, encontrei o que procurava, estava desesperado como nunca estive, como sempre estive.

Já tinha revirado do avesso tudo o que entendo como mundo, numa busca que devorou todas as minhas noites e dias, fazendo com que virasse zumbi escravo dessa sina, refém eterno dos cabrestos dessa louca missão.

Foi então que descobri que meus olhos estavam, durante todo esse tempo, dentro dos seus.

Lá viviam calmos, cuidando da vida, regando seu jardim, fazendo aquela comidinha gostosa de todo dia, vendo se as crianças já tinham feito a lição de casa, estendendo a roupa no varal, coisas assim.

É isso mesmo, os meus olhos estavam dentro de você o tempo todo, e esse foi justamente o único lugar que não pensei em procurar.

Confesso que essa cegueira deve ter me acompanhado já antes do meu primeiro sopro de vida, já antes dos meus pais se conhecerem, bem antes disso.

Era por isso que, para que eu pudesse enxergar qualquer coisa, sempre precisei dos seus olhos junto dos meus, junto de mim, escorando meus passos e dando cobertura quando fosse dar meus tiros por aí.

Um anjo da guarda que nunca recusava serviço, que nunca tinha câimbra na hora de mover um músculo, que nunca abandonaria o seu plantão simplesmente esfarrapando uma desculpa qualquer.

Era por isso que esse pobre infeliz e tolo, coitado, ficou tropeçando, caindo e se esborrachando nessas tantas ruelas da vida, desde todo o sempre, desde todo o meu sempre, desde todo o nosso sempre.

Sem teus olhos eu não era capaz de ver nenhuma réstia de luz, nenhum respingo de cor, nenhum fiapo de vida.

Nenhum fiapo de vida.

Pra minha mulher, Quézia, com amor.
Oscar Silbiger
Escrito por Oscar Silbiger
 

Seja Bem Vindo

Classificação: / 0
02-Jul-2007

Lusofonia Poética pretende ser apenas um espaço aberto para leitura, publicação, divulgação e debate de Poesia, em Língua Portuguesa. Neste espaço é possível encontrar  informação sobre poesia e poetas de  AngolaBrasil, Portugal.

Sem fins lucrativos, o seu único objectivo é constituir um ambiente sereno e despoluído que sirva de meio de ligação entre autores (poetas e poetisas) de todos o espaço lusófono, leitores desse mesmo espaço.

É de Acesso livre, gratuito e aberto, ou seja o acesso ao seu conteúdo é livre, gratuito e aberto a todos os (as) interessados (as), sem qualquer exigência prévia. Não precisa de Registo,

Os interessados que o desejarem, poderão participar neste site de duas maneiras:

  1. A publicação de trabalhos (poemas, artigos, críticas de poesia etc) nas diferentes secções do site.
  2. A publicação de poesias no nosso Espaço Aberto, onde a publicação é feita directamente pelo(a) próprio(a) poeta ou poetisa,
  3. Comentar os poemas que foram submetidos no “espaço aberto”;
  4. Submeter websites no nosso directório;
  5. Enviar mensagens privadas aos membros registados e obter informações dos mesmos;

Nestas situações é pedido aos interessados que efectuem um breve registo. Para saber mais, sobre como participar consulte [Como publicar texto]

Se tem um website de poesia, literatura ou relacionado submeta o seu link no nosso directório, se conhece websites desta área, diga-nos todos nós agradecemos.  Crie os seus proprios jogos de palavras.

 

Escrito por José Amor
 

Design de Interiores - Novo website

Classificação: / 0
01-Fev-2009

A Sítio Sólido, empresa que desenvolveu o nosso portal, acaba de lançar um novo website com o mesmo objectivo: disponibilizar informações aos seus visitantes de forma gratuita. Este novo website tem como objectivo auxiliar os seus visitantes no que diz respeito a decoração e remodelação de casas.

Sendo assim design de interiores, é um website onde é possível encontrar as mais diversas informações, dicas e ajudas sobre design de interiores. Deixo aqui o website para que possam avaliar.

Escrito por Paulo Amor - Admin