Arcadismo na poesia do Brasil (1769 - 1789)

Também chamado de Escola Mineira, o Arcadismo se praticava no Brasil – ainda que sem um academicismo nos moldes da Arcádia Lusitana - por um grupo de intelectuais que incluía os inconfidentes (Movimento político para libertação de Portugal, chamado Conjuração ou Inconfidência Mineira).

Principiou com a publicação de Obras Poéticas, de Cláudio Manuel da Costa e se encerrou com o fim trágico da Inconfidência, em 1789, quando foi enforcado e esquartejado o ‘mártir da inconfidência’ Tiradentes, herói nacional.

Os poetas arcádicos retomaram os modelos do Classicismo do século XVI com o soneto de versos decassílabos e rima optativa e o épico. Apesar de poetas urbanos, estavam presentes em seus poemas a paisagem mineira, as coisas da terra, um forte sentimento nativista, a presença do índio e a sátira política aos tempos de opressão portuguesa e corrupção dos governos coloniais.

Destacam-se Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antonio Gonzaga, Silva Alvarenga, Alvarenga Peixoto, Santa Rita Durão e Basílio da Gama.

Referências Biográficas

  • Poesias, 1961, Lisboa, Casa dos Estudantes do Império;
  • Poesia de Alexandre Dáskalos (1975, edição póstuma fonte; In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-02-19].
Arcadismo na poesia do Brasil (1769 - 1789)
Também chamado de Escola Mineira, o Arcadismo se praticava no Brasil – ainda que sem um academicismo nos moldes da Arcádia Lusitana - por um grupo de intelectuais que incluía os inconfidentes (Movimento político para libertação de Portugal, chamado Conjuração ou Inconfidência Mineira).
Modernismo na poesia do Brasil (1922 - 1945)
A Semana de Arte Moderna marcou a data (1922), sem dúvida, do rompimento definitivo com a arte tradicional. Cansados da mesmice na arte brasileira e empolgados com inovações que conheceram em suas viagens à Europa, os artistas quebraram as regras preestabelecidas na cultura.
Quinhentismo na poesia do Brasil (1500 - 1600)
Nos primeiros cem anos do chamado "Descobrimento" a nossa literatura esteve atrelada aos registros históricos e relatórios dirigidos à Coroa Portuguesa: era uma literatura de informação.
Romantismo na poesia do Brasil (1ª metade do séc. XIX)
Na primeira metade do séc. XIX, o "espírito romântico" continuou, após o "espírito revolucionário romântico" inconfidente. Em 1836 Gonçalves de Magalhães publicou o livro de poemas "Suspiros poéticos e saudades".
Barroco na poesia do Brasil (1601 - 1768)
Nas artes em geral, em todo o mundo, no Barroco houve um culto exagerado da forma. Na poesia brasileira isso se viu numa sintaxe rebuscada e no abuso de figuras de linguagem, o que foi questionado pelos poetas do Arcadismo.
Pós-Modernismo na poesia do Brasil
A conquista do sublime literário pela poética modernista correspondeu à sua progressiva pedagogização, oficialização, daí porque se usa a palavra cânone e a expressão modernismo canônico.