Dados do Perfil

Helder Oliveira

66 Anos

Angola


Chamo-me Helder Oliveira (Helder de Jesus Ferreira de Oliveira) sou cidadão angolano, natural da Província da Huila, no Sul de Angola. Escrevi o meu primeiro poema, cujo título é “Uma Estrela Para Ti”, (um poema acróstico), na cidade do Lubango, capital da província da Huila, quando tinha 17 anos de idade e era estudante naquela cidade. Tenho vários poemas escritos, em Português e em Inglês. Uma das minhas paixões na vida é, com efeito, escrever e ler poesia.

Também escrevo contos, especialmente contos policiais.

Tenho trabalhado especialmente como professor e tradutor, em Angola. Os meus passatempos preferidos são a Internet, ler, escrever, ouvir rádio (especialmente ondas curtas) e andar a pé.

Não tenho um período específico do dia ou da noite para escrever; escrevo quando me chega a inspiração.

Uma das minhas frases preferidas é “Vive o teu dia como se fosse o último da tua vida”.

As duas qualidades que mais aprecio nas pessoas são a honestidade e a simplicidade. As duas que mais detesto são o racismo e a desonestidade.

O meu dia da semana preferido é o sábado e os meses de que mais gosto são Junho e Dezembro. O meu escritor preferido é o escritor americano “Irving Wallace” e o meu poeta preferido é o poeta português “Bocage”. Quanto a séries na televisão, gosto de ver a encenação de histórias policiais escritas pela autora britânica, Agatha Christie.

De entre outros e apenas para citar alguns, considero serem verdadeiras obras-primas da Literatura de Expressão Portuguesa, os seguintes poemas: “O Palácio da Ventura” de Antero de Quental; “O Juramento do Árabe” de Gonçalves Crespo; “Alma minha gentil” de Camões; “Partida para o Contrato” de Agostinho Neto; “Luar” do poeta Cabo-Verdiano Jorge Barbosa; “ Ícaro” do poeta português, José Régio; “Namoro” do poeta angolano Viriato da Cruz; "Pus o Meu Sonho num Navio" da poetisa brasileira Cecília Meireles; “Além-Tédio” do poeta português Sá Carneiro; “Carta de um Contratado” do poeta angolano António Jacinto; “Meu Ser Evaporei na Lida Insana” de Bocage; “A Mãe” do poeta São-Tomense Costa Alegre; “Grito Negro” do poeta moçambicano José Craveirinha; “Deplorando a Morte de Nise” de Bocage; “Cantiga Partindo-se” de João Roiz de Castelo Branco; “Soneto da Fidelidade” de Vinícius de Morais; “O Menino da sua Mãe” de Fernando Pessoa…

Quando leio algum destes poemas ou, de uma forma geral, quando leio poesia que me toca os sentidos, sinto tudo o que há de mais belo invadir-me a alma e nesses momentos sinto a vida muito além das pequenas mesquinhices do dia-a-dia e muito mais digna de ser vivida. Não há dúvida que a poesia é uma das coisas mais belas desta vida.

Para um perfil mais completo, fotos e "links" para poemas e contos policiais publicados na Internet, poderá visitar o meu Site pessoal, o "StopZero", no seguinte endereço:

http://bit.do/stopzero
Textos publícados por Helder Oliveira

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