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		<title>Lusofonia Poética</title>
		<description>Feed do website Lusofonia Poética</description>
		<link>http://www.lusofoniapoetica.com</link>
		<lastBuildDate>Fri, 28 Dec 2007 07:50:05 +0100</lastBuildDate>
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		<item>
			<title>Flores de Carmim</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=404&amp;Itemid=2</link>
			<description>Ronda meus pés,
Flores de carmim.
Elas são todas
De mim,
Aves que voam
Pela noite,
Junto de 
Mim.</description>
			<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 03:24:03 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Aqui… (*)</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=403&amp;Itemid=2</link>
			<description>
Aqui, cimo do monte dominante
De um reticulado curvilíneo
De colinas abertas ao fascínio
Do céu e do poeta diletante

Aqui, sosseguei a alma delirante
Sob um raio de Deus, rectilíneo
Á hora que o Sol se põe, sanguíneo
Por detrás do horizonte distante

Aqui, despertou, em mim, a poesia
Quase sempre ao entardecer
Em reflexo de Fé e bonomia

Aqui, ao ver todo o mundo a arder
Ao Senhor dos Aflitos eu pedia
Não deixasse, Ele, de nos valer

(*) Capelinha do Senhor dos Aflitos (Alto da Serrinha-Vale de Salgueiro)

Vale de Salgueiro, domingo, 10 de Agosto de 2008

Henrique Pedro
</description>
			<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 01:01:47 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O mais tosco poema</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=402&amp;Itemid=2</link>
			<description>Oh! Que prazer que me dá
Empilhar pedras disformes
Pequenas
Pouco maiores que a mão
Pouco mais pesadas
Que o coração!

Lançá-las a esmo
Sem projecto 
Para o tosco montão
Senti-las bater umas nas outras
Com rusticidade
E vê-las rebolar
Para posições mais estáveis
Como se delas fosse a opção
E não da gravidade

E á medida que o montão cresce
Caótico
Disforme
Sentir que o meu espírito voa
Para longe dali
Que cada pedra é uma angústia
Que ali fica sepultada
Uma ideia que se me solta da mão
E voa
À procura do poema a que pertence

E que inocente prazer
É depois ver o merouço
De diferentes perspectivas
Sem outra intenção
Ou dilema
(Críticas não as...</description>
			<pubDate>Tue, 25 Dec 2007 00:56:59 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O Encanto do Ar</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=401&amp;Itemid=2</link>
			<description>No canto da
Natureza,
Ouço o
Vento meu 
Peito tocar.
Diz-me ele
Do sol.
Faz-me da
Noite uma
Reflexão.
É quando todo
o ar,
O sereno,
Num Mago vem
A se
Formar.</description>
			<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 04:13:47 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Brumas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=400&amp;Itemid=2</link>
			<description>Nas aves vi
O espelho 
Das brumas.
Para elas voei
Sem cantos
Profanos.
Quando me vi,
Lá, 
No amanhecer,
Rara graúna.
</description>
			<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 04:04:09 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O sorriso de um cadáver</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=399&amp;Itemid=2</link>
			<description>Estendido a cama fria
Mergulhado em versos póstumos
Um sorriso em sua face se fazia 

Tinha dado ele
Seu ultimo suspiro
Entregando-se a fantasia

A família
Reunida
Não entendia

Como pode tal
Cadáver sorrir
Com tanta harmonia

Ao seu lado
Um soluço
Um pranto se anuncia

Era ela 
A amante 
Onde em suas coxas

O sorriso 
De um cadáver 
Ainda escorria

http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1013646</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:46:30 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A valsa das rosas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=398&amp;Itemid=2</link>
			<description>Lembra quando dançávamos a luz do luar, meu amor?
E as rosas giravam, iluminadas, no jardim das petúnias
Ali nossos corpos rodeavam, deslizando ao som dos violinos
Que alçava-nos a urbe da luz, nos iluminado de azul 

Dançávamos ao som do Danúbio, seguido por outra valsa
E mais uma, assim se fazia, sem pensar na hora, mas que hora?
Se não existia, era só nós dois
Dançando a luz da lua 

Até nas noites frias, mas que frias?
Se o calor nos aquecia
Em cada dança, ali se fazia
Um passo de magia

E nos bailes de máscaras? Lembra?
Sempre um...</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:44:24 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Olhos de Picasso</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=397&amp;Itemid=2</link>
			<description>Vejo com meus olhos de Picasso
através de um quadro
o descompasso do teu perfeccionismo
Riscos e rabiscos
te desenham na tela nua
Vitrine que reflete teu descaso
Te olho e te vejo em outros braços
Fico a te espiar nesta janela
chorando com meus olhos de Picasso 

http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1098646</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:36:40 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A poesia</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=396&amp;Itemid=2</link>
			<description>Para escrever uma poesia basta estar vivo
com a alma acessa de esperança
Estar com o coração sorrindo tal qual uma criança
faceira e sorridente
E se uma lágrima brotar na fase carente
de amor, de vida, de gente
Clama-se por amor
Quem nunca chorou por amor?
Quem nunca sofreu por amar?
É o sentido da vida, o amor se sente no corpo
e na alma ferida, mas quando não se ama, a alma
não se entrega a jactância do amor
O amor está no gozo e no sorriso
no fogo brando da paixão, no paraíso
não existe vida sem amor, assim como não...</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:34:59 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Amazona</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=395&amp;Itemid=2</link>
			<description>Doce estátua úmida e fria
junto ao silêncio teu pranto anuncia
um choro de lágrimas escaldantes
descendo por um rio de pedrarias

Noites quentes invadem teu ventre
rasgando tua carne escarlate
em teu encalço há um tigre
desbravando a mata selvagem

Sobe as alturas linda amazona
galopando em teu negro corcel
abre teus montes sobre o horizonte
joga no vento todo teu véu

Em tua cintura formosa sereia
perolas enfeitam teu infinito
em cima de ti o leão se liberta
gritando apenas um único grito


http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/1066234








</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:32:10 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Tua presença</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=394&amp;Itemid=2</link>
			<description>I
Tua presença me incendeia
Oh! Glorioso espírito de fogo
Que rasga a pele como um desejo
Esplendoroso gosto de gozo

No céu da boca se esconde o silencio
De um fervoroso beijo quente
Alucinado amor dançarino
Dança no chão como serpente

Teu corpo no meu grudado
Sem pensar na hora e no dia
Rolam e se completam
Mergulhados na fantasia



II
Tua presença em mim amanhece
Oh! Radiosa rosa dourada
Te amo infinitamente
Minha adorável doce amada

Nosso amor é como um barco
Deslizando em um oceano brilhante
Teus olhos são as estrelas
Tua boca um diamante

Do sol faço minha chama
No crepúsculo acendo tua luz
Nos labirintos do teu corpo
O desejo...</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:30:42 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Nero</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=393&amp;Itemid=2</link>
			<description>Queimastes Roma
e perseguistes os cristãos
De que adiantou os ensinamentos de Sêneca
e o apoio de Burrus? Se preferistes
os ensinamentos de Ofônio Tigelino
Tu Nero, que crucificastes Pedro e
decapitastes Paulo, tu que assassinastes
tuas duas esposas
Octávia e Popeia, tu que mandastes matar
a própria mãe, Agripina 
E ainda te consideravas um artista
Eis o circo de Nero!
Que comecem os jogos!!
Juvenália e Nerenis!
Deixem cair as máscaras 
de Histrião e de Otho
Vai poeta, declama teu poema de sangue
Manda matar Sêneca e Lucano
Constrói tua casa dourada e casa-te
com o eunuco Esporus
Mostra tua arte antes que Galba te cales 
Antes...</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:27:46 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Flamas Sagradas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=392&amp;Itemid=2</link>
			<description>Todo o
Céu encanta
O Espírito.
É lá que
Está a Felicidade
Da alma,
Nascida pelas
Flamas
Divinas.</description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:21:31 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O manto vermelho</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=391&amp;Itemid=2</link>
			<description></description>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 17:20:49 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Pelas Estrelas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=390&amp;Itemid=2</link>
			<description>Na majestade
Do sol
Há um anjo
A confabular;
Com flores e
Estrelas,
A Criação
Nos seus
Pensamentos,
Ponderar e
Abençoar.</description>
			<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 20:52:57 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Flores em Labaredas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=389&amp;Itemid=2</link>
			<description>Fui ter com
As flores nas
Labaredas do
meu ser.
E que milagre
Não as vi 
Enternecer!
Era o poente que
A mim se
Apresentava,
Em todo
O meu
Anoitecer!</description>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 02:09:30 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Na berma</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=388&amp;Itemid=2</link>
			<description>Estou na berma da estrada
à tua espera, amizade
Esta espera é cada vez maior
Começa a esgotar-se a minha paciência
Talvez pare de esperar-te
Talvez continue o caminho assombrado
Ou talvez lhe dê um fim:
&quot;... e viveu feliz para sempre,
na eternidade da morte&quot;.</description>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 00:04:09 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Para nunca e para sempre</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=387&amp;Itemid=2</link>
			<description>És o fantasma
do meu paraíso assombrado
A cor sem cor do arco-íris
Tanto ódio
tanta mentira
Que miséria afortunada me rogaste
De quantas pragas livradas me enterraste
e afundaste
no mar sombrio sem sombras,
enforcaste
na guilhotina sem corda,
queimaste
no inferno ardente sem chama,
sepultaste
no jazigo anónimo sem nom,
E me renovaste
como aquela mítica ave que não renascerá.</description>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 00:02:25 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Saudações</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=386&amp;Itemid=2</link>
			<description>O meu nome é Luis Sardinha , simplesmento escrevo e gosto  , enviei um texto que corresponde a um dos &quot;espelhos da alma&quot;  que o papel e a caneta , para meu prazer ousam em me &quot;retirar &quot;  . Gostaria de partilhar estes meus tesouros . 

O meu obrigado 

Bem Hajam 

Estou cá 

Luis Sardinha </description>
			<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 19:56:29 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O Côr de Rosa da Prosa</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=385&amp;Itemid=2</link>
			<description>O Côr de Rosa da Prosa 

O côr de rosa da prosa 
apenas teus olhos o vêem , o sentem 
é um cheiro , 
um sentimento, 
uma luz 
algo forte que nos une, seduz e nos separa 
nestes símbolos escritos a negro , que transfiguram o que vai no coração 
e, que , curioso ... 
nos ligam , nos põem em comunicação , nos redescobrem ....”O Côr de Rosa “ : um sentimento de amor, de alegria , de paixão , fantasia, sedução 
que , 
depois de lidos  ,...</description>
			<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 19:47:48 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A minha poesia</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=384&amp;Itemid=2</link>
			<description>Escrevo poesia
para não me sentir tão sozinha
Escrevo poesia
para preencher este meu vazio
Escrevo-te para sentir
que tenho alguma amiga
e não uma alma inimiga.
Neste mundo cruel
no qual os fracos não sobrevivem
de alguém preciso
para não sentir tanta agonia.
Ainda estou de pé,
ainda aqui estou,
a escrever,
e assim continuarei
até ao meu último suspiro
até ao meu último paroxismo
até ser definitivamente eliminada,
não pela lei da Natureza,
mas pela do Homem,
a lei da auto-destruição...
...da auto-mutilação.</description>
			<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 18:53:19 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O Sol</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=383&amp;Itemid=2</link>
			<description>Um Ideal
É o
Sol da
Razão.
Mas uma
Tempestade 
Que corre 
Contínua
Frente
Àqueles,
Que não
Entendem...
Tal,
Destino Sublime.
Vôo da carne,
E do 
Espírito.</description>
			<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 05:13:07 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Campa</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=382&amp;Itemid=2</link>
			<description>Aqui jaz minha alma
inscrição lapidar com metade das letras apagadas
pelo esquecimento
Silêncio perfeito
envolvido numa auréa de mistério
sombrio como o cadáver
dest'alma.
Mas os últimos paroxismos persistem.</description>
			<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 14:13:00 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Toureiros</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=381&amp;Itemid=2</link>
			<description>Toureiros,
seres irracionais
impiedosamente cruéis.
Vida apagada
pela chama furiosa da ingénua ignorância
Paixão sanguinária
Água envenenada
que apaga a vida natural e inocente.
De luto os Touros nascem vestidos
pois nascidos são para morrer
trespassados por dolorosa dor e sofrida humilhação.
Mãos sangrentas e assassinas
de cadáveres se acumulam
pela sua vida cruelmente miserável
Sanguinários por divertimento,
ou para colmatar o vazio da sua existência?!
toureiros, objectos sem consciência...</description>
			<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 22:47:21 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Rosas vermelhas</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=380&amp;Itemid=2</link>
			<description>Rosas vermelhas
encarnadas como sangue
que escorre pelas pedras
à luz do brilho ofusco do sol
como uma nascente de água quase esgotada
Pétalas arrancadas pelo vento
são como horas
que vão e não voltam
como memórias esquecidas mas imortais
Espinhos rasgados
espalhados pelos corações
já inúteis e desfragmentados
como estátuas despedaçadas
sem preocupação de serem concertadas
e estimadas
Raízes que não regeneram
como a fénix morta
pela chama do esquecimento.

</description>
			<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 22:38:58 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O anjo que te acompanha.</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=379&amp;Itemid=2</link>
			<description>Este anjo estará contigo para sempre







</description>
			<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 23:11:11 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Vermelho Pranto</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=378&amp;Itemid=2</link>
			<description>Vermelho Pranto
se derrama
às vezes,
nas entranhas
de
um 
coração.
Para na
alma
o rubi
se polir,
e
abrilhantar.
</description>
			<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 07:28:07 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Terra Erudita</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=377&amp;Itemid=2</link>
			<description>Sou a 
armada da
vida minha.
De
um
assalto...
Bendito
é o
céu
que não
me 
golpeia,
mas faz estardalhaço
no meu
silêncio.
Vida bendita
da alma
minha.
E meu corpo
se torna
aurora
todos
os
dias.
Criança dessas
terras
eruditas.
Meu
Verbo
e
meu 
sangue,
em
alinho.</description>
			<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 07:26:12 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Turva Beleza</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=376&amp;Itemid=2</link>
			<description>Divago em
mim.
E 
todo
o 
sentir
é
canto
belo 
e
turvo.
Sem
sombria
lua.</description>
			<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 07:22:09 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Alma Minha</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=375&amp;Itemid=2</link>
			<description>Sinto o
frio
do 
mundo...
Mas me
sei calor
no meu
submundo.
Alma
me
escuta...
Porque
tu
és
Pétala das
mais Negras.
Na
minha
Eternidade,
Bendita
e 
Surda.</description>
			<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 14:40:14 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Olhos Negros</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=374&amp;Itemid=2</link>
			<description>Viajo 
pro
tudo de
mim.
Que
alegria ver
enfim,
a
chama
atear fogo
no pranto
por 
fim!
Mas 
tudo não
era 
assim...
Só tornou-se
espetáculo,
este,
a
mim,
quando o
Amor,
enxerguei
em 
mim.</description>
			<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 14:36:52 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Prata Lunar</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=373&amp;Itemid=2</link>
			<description>A Eternidade
é 
de prata
lunar.
Espaço,
do
ar
transfigurado.</description>
			<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 15:57:05 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Valsa</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=372&amp;Itemid=2</link>
			<description>Uma valsa
com
as sombras
também é
uma dança
com a
luz.
Pois a 
aurora
se esconde
muito,
no vulto
dos pensamentos.
Às vezes
nus.
Às vezes
mudos. 
</description>
			<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 15:54:49 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A Lua</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=371&amp;Itemid=2</link>
			<description>E a lua
não 
me disse 
seu segredo...
Foi meu
dedo ao
tocar a 
terra,
a imensidão
do luar.</description>
			<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 15:51:43 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Rubi</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=370&amp;Itemid=2</link>
			<description>Um Anjo vi
pelo horizonte
desfilar.
Era num céu róseo,
imenso de veemência
e majestade.
Acordei em prantos
quando de lá desci;
pois comigo o Arcanjo
não veio...
Mas ensinou-me, an-
tes de almejar perfeição,
a ser um rubi, 
para todos os
céus e seus astros;
terras e sóis.</description>
			<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 06:59:02 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Dança</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=369&amp;Itemid=2</link>
			<description>Vago um divagar.
E que o vagar me é
dança na noite.
Minha alma volitar
pelos assombros,
da carne aos montes.</description>
			<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 14:23:13 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Pérola Azul</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=368&amp;Itemid=2</link>
			<description>Meu anel é feito de cruz.
Minha vida é feita de luz.
Portanto na sombra me fiz
cruz.
Um peito,
de pérola azul.</description>
			<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 01:31:17 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Hora Gigante</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=367&amp;Itemid=2</link>
			<description>Bato a porta da minha alma.
Coração da razão minha.
E me vou voar feito um
morcego.
É minha hora gigante,
ausente, de desespero</description>
			<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 13:38:18 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>                             A SOFREGUIDÃO DO NÃO-POETA</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=366&amp;Itemid=2</link>
			<description>A SOFREGUIDÃO DO NÃO-POETA



Quero ser um artesão de palavras:
Duras, dúcteis, viscosas, herméticas,
Diáfanas, sinceras, profundas, singelas, iluminadas.
Eu quero é ser poeta
Pois este erige contínuas miríades de estrelas
Sobre o céu de eternas noites enluaradas!


Quero poder afluir,
Quando me der na telha,
Ao feérico lago da espontânea
Língua do povo:
E, ao libar da sua água,
Expelir-lhe as impurezas,
Que são as chagas, as mazelas, 
O carcereiro da igualitária opulência,
Para...</description>
			<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 19:48:05 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Essência da conquista</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=365&amp;Itemid=2</link>
			<description>
Na magia da vida
Sonha a  beleza
Embalando nas oportunidades
A esperança acolhida
 
 
O dançar das emoções
Identifica a ausência
Encantando a natureza
Silencia a razão
 
 
A imaginação  reanima
Fazendo a diferença
No encontro da felicidade
Sobrevive da igualdade.
 </description>
			<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:48:51 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Sentimentos atados</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=364&amp;Itemid=2</link>
			<description></description>
			<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:45:13 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Caminhos anestesiados</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=363&amp;Itemid=2</link>
			<description>


Caminhos anestesiados


Livre  das algemas
É ter  segurança
É por ir e vir do medo
 
Socializar é cidadania
Sentindo a presença  do dever
Gerando resultados
Esquecendo da desigualdade
 
 
Desafiando as expectativas
Conferem os direitos
Acelerando a História
Determinam à vitória!
 </description>
			<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:40:35 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Sentimentos atados</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=362&amp;Itemid=2</link>
			<description>Sentimentos atados



Incorporando desafios
Pontuam os direitos
Descartados  pelo poder
Referendam seus deveres
 
Permitindo o retorno
Retiram da cidadania
O contraponto social
Deleitando-se na participação!
 
</description>
			<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 01:38:10 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Estado da Guanabara</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=361&amp;Itemid=325</link>
			<description>Um rep&amp;oacute;rter me telefona, eu ainda meio tonto de sono, para saber se eu achava melhor que o Distrito Federal fosse incorporado ao Estado do Rio, consideradas todas as raz&amp;otilde;es &amp;oacute;bvias, ou se preferia sua transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o no novo Estado da Guanabara. Sem hesita&amp;ccedil;&amp;atilde;o optei pela segunda alternativa, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; porque me parece que o Distrito Federal constitui uma unidade muito peculiar dentro da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como porque vai ser muito dif&amp;iacute;cil a um carioca dizer que &amp;eacute; fluminense, sem que isso importe em qualquer desdouro para com o simp&amp;aacute;tico estado lim&amp;iacute;trofe....</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:51:37 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Para Viver Um Grande Amor</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=360&amp;Itemid=325</link>
			<description>Para viver um grande amor, preciso &amp;eacute; muita concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e muito siso, muita seriedade e pouco riso &amp;mdash; para viver um grande amor.Para viver um grande amor, mister &amp;eacute; ser um homem de uma s&amp;oacute; mulher; pois ser de muitas, poxa! &amp;eacute; de colher... &amp;mdash; n&amp;atilde;o tem nenhum valor.</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:49:55 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Mensagem à Poesia</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=359&amp;Itemid=325</link>
			<description>N&amp;atilde;o possoN&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;velDigam-lhe que &amp;eacute; totalmente imposs&amp;iacute;velAgora n&amp;atilde;o pode ser&amp;Eacute; imposs&amp;iacute;velN&amp;atilde;o posso.</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:47:45 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Receita de mulher</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=358&amp;Itemid=325</link>
			<description>As muito feias que me perdoemMas beleza &amp;eacute; fundamental. &amp;Eacute; precisoQue haja qualquer coisa de flor em tudo issoQualquer coisa de dan&amp;ccedil;a, qualquer coisa de haute coutureEm tudo isso (ou ent&amp;atilde;oQue a mulher se socialize elegantemente em azul, como na Rep&amp;uacute;blica Popular Chinesa).</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:45:45 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A mulher que passa</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=357&amp;Itemid=325</link>
			<description>Meu Deus, eu quero a mulher que passa Seu dorso frio &amp;eacute; um campo de l&amp;iacute;rios Tem sete cores nos seus cabelos Sete esperan&amp;ccedil;as na boca fresca! Oh! como &amp;eacute;s linda, mulher que passas Que me sacias e suplicias Dentro das noites, dentro dos dias! </description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:44:03 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Soneto da fidelidade</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=356&amp;Itemid=325</link>
			<description>De tudo, ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento.</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:41:07 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Soneto da separação</title>
			<link>http://www.lusofoniapoetica.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=355&amp;Itemid=325</link>
			<description>De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das m&amp;atilde;os espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a &amp;uacute;ltima chama E da paix&amp;atilde;o fez-se o pressentimento E do momento im&amp;oacute;vel fez-se o drama.</description>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:39:26 +0100</pubDate>
		</item>
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