Onde estais. Oh... Deus?

 
Onde estais. Oh... Deus?
Acudi-nos de uma vez
Este mundo é imundo
Na sua má insensatez
Onde estais. Oh... Deus?
Isto dante foi falado
Por poeta consagrado.
Onde vós vos escondeis.
Oh. Senhor, Rei dos reis?
Oh. Deus dos desgraçados.
Foi o nosso Castro castrado
Em sua juventude sem saúde.
Qual merece ser visto amiúde.
Oh... Meu Deus, Castro Morreu
Jovem, sendo um expiado bode
No apogeu. Valei-nos, bom Deus.

Acudi-nos de uma vez
Este mundo é imundo
Na sua má insensatez.

Os pedófilos e inconscientes,
Mefistofélicos e inclementes.
Psicose tomada por neurose,
O racha não conhece a dose
Matando quantos inocentes;
E a justiça parece indiferente.

Nossas mulheres sacrificadas
Como diria um bom soldado:
Com o requinte de crueldade.

Não sendo nenhum pessimista,
E sem querer estar nessa lista.
Esse mundo é de expurgo.
Sejamos bem realistas,
E não dramaturgos.

Deus há de me perdoar; por chamá-lo por clemência
Não posso achar quem tenha a mesma benevolência.
 

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