Nada se explica por si

 
Nada se explica por si

Nada se explica por si
Sem minimamente se viver
Nem que seja com um simples olhar
Ou num efémero sonho
Mesmo se não o conseguimos compreender

Até este poema
Apenas se compreenderá
Se for lido
Ou ouvido citar

Mesmo quando nada procuramos
Alguma coisa vivemos
E é no simples silêncio
Que melhor nos interrogamos

E quando se procura
E não se desespera
Alguma coisa acaba por se achar

Poderemos até encontrar Deus
Quando menos se espera

Vale de Salgueiro, sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
Henrique Pedro

Visite:
http://henriquepedro.blogspot.com/
E SENTIR-SE-Á MAIS FELIZ
 

Conteúdos Populares

Antologia de Moçambique

Poesia do Brasil

Antologia da Guiné Bissau

Poesia de Portugal

Antologia de São Tomé e P

Teoria Poética

Arte Poética

Poetas em linha

  • Visitantes: 6
  • Membros: 0
Lusofonia Poética - Portal de poesia lusófona © desde julho de 2007
Política Privacidade | Regras, Termos & Condições de uso