A gloriosa cor da poesia no faro poético

 
A gloriosa cor da poesia no faro poético


Ao som do pensamento
À visão da alegoria-alegria,
E à festa infestada de poesia.
Às vezes a lacrimejar lamento.

A gloriosa cor da poesia no faro poético


Ao som do pensamento
À visão da alegoria-alegria,
E à festa infestada de poesia.
Às vezes a lacrimejar lamento.

Poesia é o mais puro sentimento
Pois, a própria vida é o seu instrumento
Hilariante de prazer e sofrimento...

A poesia pode ser cantada,
Ser ouvida, na lide ser lida
Desta estrada empoeirada.
Inculcada numa encruzilhada.
Pode ser rude ou polida.
Podendo ser imaginada;
Pode também ser olhada
Como paisagem encantada
Ao sussurrar dos lábios
Ouvido ao pé do ouvido
Da primeira namorada.
Ao pronunciar: amor,
Em rápida pincelada.
Nela a odorífica flor
Será sempre cantada
Ao amantíssimo odor
Límpido e dencantado.
Grande causador do palor
De uma tez; já de uma vez
Simplesmente amarelada.

A poesia é a vida da vida
Da arte mais requerida,
Recatada e requintada.
Jamais será preterida.

Ela sempre está no pensamento de alguém.
Por isso ela é eterna...
 

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