INQUIETUDE

 
INQUIETUDE
Porque me há-de, a mente castigar?
Porque me deixo, levar na corrente?
Porque não pode, minha mente ficar?
Porque não deixa, de ser mente ausente?

Volta a mim, trás-me a paz!
Volta a mim, trás-me a calma!
Volta a mim, sê capaz!
Volta a mim, retorna Alma!
 

Conteúdos Populares

Arte Poética

Resenha Informativa

Poetas em linha

  • Visitantes: 6
  • Membros: 0
Lusofonia Poética - Portal de poesia lusófona © desde julho de 2007
Política Privacidade | Regras, Termos & Condições de uso