Pelos fragmentos de um dever
Assento a causa da minha vida
No rigor da cortesia
No meio deste mundo
Apenas mais uma peça
São as regras que me tocam
Ao olhar da liberdade
Uma história que se faz
Paralela em si
Ocupo a ideia de um prefácio
Efémero em medida
Raso em segredo
Premente numa amplitude serena
Ávida de mim
Da minha razão
Da fé que registo no meu direito
Chama-se vida corrente de firmamento.