nossos fantasmas

 
nossos fantasmas
“Outra noite sombria”

O meu dia fora carregado apenas de perfeição, para onde caminhava, tudo me sorria, um minuto exacerbado... não me atingia.
Os beijos e abraços, soberba magia, demoras e atrasos, isto não existia, a fera estava amansada, nada mais, muita alegria.


Os desejos, os pedidos, mera esperança em vão, a noite se aproximava, o tempo não parava e o minuto corria.


O dia disse até logo, deixando a paz para o próximo dia, todo sonho se tornou incerto, aguardava pela covardia.


Os fantasmas me apunhalavam, a sede de vingança, isto sim existia, queria uma noite silenciosa; meu pecado enfim... não permitia.
 

Conteúdos Populares

Arte Poética

Resenha Informativa

Poetas em linha

  • Visitantes: 10
  • Membros: 0
Lusofonia Poética - Portal de poesia lusófona © desde julho de 2007
Política Privacidade | Regras, Termos & Condições de uso