Sétimo poema do meu livro "Onde o vento leva um sonho de carpaças"
Corvos. Terras duras como as penas.
Imensidade do ceio.
Os cães medindo o tempo e a distância
ouveando ao ar...
... e ao medo.
E este silêncio sempre.
Este imenso silêncio!
Nota.- Ouvear, galeguismo. Segundo o dicionário Estraviz: dar ouveios os lobos e outras feras (http://www.estraviz.org)