IV poema do livro "Onde o vento leva um sonho de carpaças"
A São Alberte irei, madre, a São Alberte irei,
que já não sei que sonhos de romeiro terei,
que adoeço de amor.
A São Alberte irei, madre, para achar a cantiga
que cantam os pinhos, e direi-lha a minha amiga,
que adoeço de amor.
A São Alberte irei, madre, que quero falar
com labercas e merlos e fieitos da Chã,
que adoeço de amor.
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Por fazer romaria de São Alberte venho.
Já não sei cantar, madre, que soidades tenho,
e adoeço de amor.