II

 
II
Segundo poema do livro "Onde o vento leva um sonho de carpaças"
II

As vacas pascem sonhando
na cidade assulagada.

Entre as nuvens outoniças
às vezes o azul recacha.

Nem os fieitos se movem
nem abalam as carpaças.

Tão só monte e soidade
na imensidade da Branha.

E cai a chuva delgada.
 

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