Soneto que retrata o maior tesouro que há no coração do
homem: o amor!
Dentro de mim existe uma botija,
É um imenso tesouro guardado,
Não há como ser notado,
Pois está camuflado para evitar a cobiça!
Este tesouro nem é de ouro, nem de prata,
Também não o é dinheiro...
É um tesouro bastante faceiro
Que quando machucado maltrata.
Aflora repentinamente quando seduzido
E se encolhe quando reprimido
Por não suportar a dor...
É um tesouro que encanta,
Que vez por outra se agiganta
E que se chama simplesmente amor!