O ocaso da vida

 
O ocaso da vida


Li no jazigo de um amigo:
“Eu fui o que tu és,
“E tu serás o que sou”!
Respondi: Estou contigo.

O ocaso da vida

O crepuscular da vida
É o ocaso merecido.
Embora, o atrevido
Contrarie o ocorrido.

O ser quer aparecer
E jamais desaparecer.
Não se desaparece
Quando Deus aquece.

Nascer e sempre nascer
Jamais foi desaparecer.
Esta é a grande sorte.
Por que falar em morte?

Viver e viver sem esmorecer
Tanto faz ser uma bela criança
Na mão de um carcomido ancião
O que conta é o amor no coração.

Li no jazigo de um amigo:
“Eu fui o que tu és,
“E tu serás o que sou”!
Respondi: Estou contigo.
 

Conteúdos Populares

Arte Poética

Resenha Informativa

Poetas em linha

  • Visitantes: 7
  • Membros: 0
Lusofonia Poética - Portal de poesia lusófona © desde julho de 2007
Política Privacidade | Regras, Termos & Condições de uso