Lapso de inteligência quase artificial

Perdido em pilhas de papel,

Pensamentos  vazios e sem expressão alguma,

Falando sozinho e idealizando uma vida,

Que algum dia parecia real.

 

A vida tem seus mistérios,

Ou até mesmo algum encanto,

Na tentativa de se tornar especial,

Viver pode ser assim, para muitos!

 

Grande parte da vida, passamos sozinhos,

Desde a hora do nascimento,

Até o momento da morte,

Talvez seja uma característica intrínseca.

 

Na vida, realizamos coisas grandiosas,

Estudamos, descobrimos formulas,

Criamos teorias, postulados e métodos,

Mas nunca inventamos algo para sanar o que é intrínseco.

 

Busquei na Matemática, algum teorema para a solução,

Na Física, calculei dentre as diversas formulas uma determinante,

Em outras tentativas, procurei na Química e mesmo assim não deu certo.

Em um ultimo fôlego, fui levado a razão de uma explicação dentro da Filosofia.

O resultado sempre me mostrou que a Constancia é a mesma.

 

Dentre as varias formulas, determinante, reação ou até mesmo razão,

Explica o que esta dentro de mim, pois a razão humana seja,

Dentro de certa expectativa uma tentativa falha,

De se chegar a algum lugar ou ter experiências sempre idealizada.

 

Em trocas de palavras, dizeres amarrados em provérbios e substantivos,

Onde muitos não entendam, pois a inteligência pode se mostrar artificial,

A limitação é latente a muitos, somente aqueles,

Que passam podem entender e tentar mensurar os vários sentimentos.

 

Não se preocupe, caso não tenha entendido,

Palavras parafraseadas escritas aqui,

Se não entende, fique feliz,

Pois esta em um caminho tranquilo.

 

A inquietude e transcrita em palavras,

E nas tentativas de explicação através,

De uma inteligência moral,

Predisposta somente aqueles que merecem.

 

Que a vida seja assim,

Complexa, verdadeira, razoável,

E na busca de algo incerto,

Se transforme em um simples resultado. 

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