Insônia de memórias!

Em uma madrugada,

Recheada de insônia,

Pensamentos tortuosos,

E incertezas declaradas.

                                                  

Os pensamentos são mistérios,

De uma alma que vaga,

Pelo negro de uma noite caída,

Questionamento se torna comum.

 

As pernas correm para onde,

A memória não tem controle,

Vontade não esta presente,

E a mente não permite autossuficiência.

 

Os carros não estão nas ruas,

O silêncio é real,

E a vontade de ir embora,

Torna-se concreto dentro de mim.

 

Que falta de identidade,

De sonhos, imaginados,

E o que sempre fantasiado,

Tornou-se um pesadelo visceral.

 

Mas, a madrugada,

Tem estas verdades,

Encontramo-nos sozinhos,

E nesta solidão toda mascara,

Se torna inútil, e o que fica!? 

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