soneto da aflorecencia

De primaveras eternas,ao longe,verão!

Num piscar de olhos,Napoleão á Lampião

Na caixinha de surpresas,ser filho e ser irmão

Com o tempo distorcido,aguenta coração!

Se o fruto é proibido,não comeis!

Se faz jus ao libido,errei?

Dando nó na garganta e corda ao coração

Pondo venda nos olhos,correndo sem direção...

Com o mundo em pedaços,

e os sentidos amarrados

que valor,a intuição?

As flores nos mostram,

O porque uma andorinha só

não faz verão.

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