Oh... Que saudade

Infância querida...

Oh... Que saudade

Jbcampos

 

Quando “navegar é preciso” qual “saudade duma infância querida,

debaixo dos laranjais”, é bom firmar um pedido fagueiro. Ser poeta

vivido é estar sempre inquirido sobre o cultivo da paz. Pensar ligeiro

abrir os ouvidos, tirar dos olhos o argueiro e sonhar sobre travesseiro

de amor alvissareiro de verdadeira instrução. Antes de ser abduzido,

deixar a má petulância da infância “que os anos não trazem mais”.

Escravizar estrangeiros, imundos “navios negreiros” é jactância

demais. Bom mesmo é “tirar a pedra do meio do caminho”

antes que ela fure o fundo do velho escaninho. Porém,

com carinho ele “será eterno enquanto dure”,

e pela verve que ferve ele apure,

e pela vida inteira será

sua ilusória liteira,

portanto, não irá

“coche pela vida”

sem eira nem

guarida,

http://tredmd.blogspot.com.br/

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