I LOVE AMÉRICA

A praia é um lugar fascinante, um convite para fugir da agitação do dia a dia, o calor do sol que aquece a areia e queima nossos pés, traz um refrigério, se fizermos uma leve corrida para o mar. Tudo reflete em nós, a boa imagem que queremos guardar, pois do meio dia até o pôr do sol, nada perderá seu encanto, nem seu charme e a vida será mais poética, se algo de bom, estiver ao nosso alcance.

Considerando isso, reviver os momentos felizes, como ira a praia, na orla da Zona Sul do Rio de Janeiro, trouxe para o estrangeiro, o sentimento de leveza, longe da visão francesa labiríntica de Paris, paisagem do exgero.

Temos a chance de expor a beleza da cidade, acompanhada do terror da violência causada pelo tráfico e também da marra dos moradores. O carioca, se envaidece, talvez tenha sua razões históricas. Por muitos anos, o Rio de Janeiro foi Distrito Federal do país. Daqui saíam modismos, banguardas, influências. Queríamos ser Paris.

É por essas e outras que, temos muito mais a oferecer, perto de gente de outros estados, o carioca gosta de tirar onda com o que ainda temos de fantástico e diferencial: o conjunto formado por mar, lagoa e montanhas. Percebe-se que todo bom carioca, já conhece muito as praias, e ás vezes se anima com um lugar ou outro, que ainda não conheceu como Búzios, Angra dos Reis,etc..Os de outros estados, nordestinos, sergipanos, que gostam de passar as férias no Rio de Janeiro, mas sempre com uma boa desculpa para deixar o passeio para depois.

Até que criei coragem para falar com um casal de Americanos que passavam pela Orla, conversavam em Inglês, eram negros, mas não escondiam em nada, seu lado turista de ser. Perguntei ao casal com folder na mão, o homem pareceu assustado e se calou, continuei com a esposa:" What´s your name?, então, ela falou seu nome. Um dia no Rio? " aday on the river"?

Expliquei que passariam por Maracanã, Cristo Redentor, Sambódromo, etc.. Ela anotou em inglês o nome dos dois na agenda com seus telefones para marcar a viagem do próximo final de semana. Confesso que cansei de ir a praia de Copacabana, e já estava quiemada do sol, porém esta experiência, é algo que não vou esquecer, os americanos estavam muito amorosos, mais do que os brasileiros, e com certeza valeu a pena investir tempo para conhecê-los melhor, e enfim conseguir convencê-los a conhecer o Rio de Janeiro.

Verônica Vianna. Antologia Poética. Poesia livre 2016. Concurso Nacional Novos Poetas. Isaac Almeida Ramos. Vivara Editora.

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