Do nascer do dia ao primeiro olhar!

Ao acordar, e no ato de respirar,

Sem mesmo ao abrir os olhos,

Senti a vida no ar respirado,

Com o frescor do orvalho matinal.

 

Os olhos se abrem, e enxergo,

As cores, que se fazem presentes,

No ato de se espreguiçar, vejo a criação,

Tão perfeita, completa de magnitude.

 

E no primeiro pensamento, contemplo,

O que nunca vi, mas sua presença e firme,

Nada deste mundo teria capacidade de tal criação,

E nesta perfeição rendo-me as suas graças.

 

Nestes dias, que vemos o quanto a vida,

Pode ser bela e estonteante,

Mesmo com o silêncio, olho-me.

Para a janela e vejo os raios de sol.

 

Dando-me bom dia, e o calor,

Que és preciso para se enfrentar o dia,

Com meu sorriso, preencho as lacunas,

Que ora a vida tem me retirado.

 

No lápis, escrevo os versos,

De um homem, circuncidado pela vida,

Repleto de marcas, nunca vistas,

Mesmo com todas estas, o sorriso vem.

 

Esta esperança, instaurada,

Inicio meu dia, cheio de interrogações,

Mas somente com uma certeza,

Com este sentimento que hora alguma retirará.

 

Então bom dia, ao dia,

As minhas alegrias, que venham,

Com o mesmo sol, que nasce em minha janela,

E para você, o sentimento é mutuo! 

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