Plenitude

Como quem sorri

Eu canto

A eterna poesia

Dos meus dissabores

E sei que amanhã

Serão somente riso

Todas as minhas dores

Amanhã

Quando meus pés

Não tocarem mais

Este chão

E quando não mais

Arderem neste sertão

Deitarei em paz

Com esse etéreo

Ar de riso

Que se desenha

Na face dos anjos

E assim sem aviso

Adornarei

De novas notas

Novos arranjos

A sublime música

Do meu riso

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