Crianças I

As crianças   Todas as crianças que existem
Onde crescem flores
Independentemente
dos  complexos mecanismos das manhãs

As crianças Todas as crianças geradas em egoístas penetrações
e que se mantém vivas por disciplina à melodia inventada
que fala de amor

As crianças Todas as crianças com risos fluidos
que respiram como nós
mas trazem uma morte contida na insciente sabedoria
de esfarrapar resignações insolentes e pérfidas mentiras

As crianças Todas as crianças
(As crianças não são como nós...)

Manuel C Amor
Horta 2011

ETQ_ACTUAL em 09.08.2012, 1.853 ETQ_ACESSO

Conteúdos Populares

Últimas no Espaço Aberto

Poetas em linha

  • Visitantes:
  • Membros:
Lusofonia Poética - Portal de poesia lusófona © desde julho de 2007
Regras, Termos & Condições de uso