Chuva novembrina

Chuva-chuva doce chuva
entra no meu coração
doce chuva solitária.

Contigo eu remanso a noite
desce a noite e desces tu
doce chuva mãos de mulher
afagando o bolor do sofrimento.

- Vem doce teta de chuva.

José Luís Mendonça
In: Chuva novembrina, 1981

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